Links da Semana

Reportado por Renato Cobel na frequência Links da Semana

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Operações – Por Philipe Pacheco

Reportado por Philipe Pacheco na frequência Artigos

Operações Canal Piloto Operações   Por Philipe Pacheco

Qualquer pessoa que se interesse pela aviação comercial logo se familiariza com o funcionamento de uma empresa aérea, principalmente no que diz respeito a Operações. Será mesmo?

Será que o público geral sabe o que acontece nos bastidores de uma empresa aérea, para que um voo possa ser executado sem atrasos ou qualquer tipo de problema? À primeira vista parece que sim, mas se pararmos para pensar, pouca coisa pode ser observada pelos passageiros num aeroporto. O que o passageiro vê é só o resultado final de uma série de processos internos, feitos por profissionais das mais diversas áreas, para que o avião esteja no aeroporto em total condição de voo e com uma tripulação a postos.

Iniciaremos hoje uma série semanal de artigos que irão mostrar tudo que está envolvido na operação de um voo comercial, mas que somente quem trabalha dentro do setor de Operações de uma empresa aérea consegue ver.

Antes de iniciar a série, vamos às devidas apresentações.

Sou Philipe Pacheco, bacharel em aviação civil. Por 5 anos, trabalhei em Operações numa das principais empresas aéreas do país. Trabalhei especificamente no CCO da empresa, num setor chamado Apoio Operacional, onde a principal atribuição é dar suporte técnico e operacional aos tripulantes para a tomada de decisões críticas. Pela própria natureza do trabalho, contatos diretos com todos os setores de Operações e Safety eram necessários diariamente. Falarei mais profundamente sobre esse setor posteriormente.

Propulsão nuclear em bombardeiro nuclear?

Reportado por Andrews Claudino na frequência Artigos

NB 36H Canal Piloto Propulsão nuclear em bombardeiro nuclear?

A energia nuclear é algo tão temido quanto magnífico. Os principais motivos, claro, são pela sua toxicidade, que é baseada na radiação emitida pelas substâncias envolvidas na reação nuclear. Todo material utilizado para isso é fonte de radioatividade, sendo extremamente tóxico.

A descoberta da radiação ionizante foi feita pela polonesa Marie Skłodowska. Ela sofreu envenenamento radioativo em 1898, por manipular materiais radioativos de forma inadequada. Isso causou inflamação nas pontas dos seus dedos, levando-a a morrer de leucemia.

Mesmo depois daquela época, principalmente após a Segunda Guerra Mundial, foi notado que a energia nuclear era algo tão poderoso que chegava a ser fantástico, principalmente por ser algo muito barato. Essa energia pode mover o mundo, principalmente equipamentos para o uso militar.

Imagine só, navios e submarinos navegando por anos por influência da energia nuclear, que fantástico que é… Agora quem sabe se nós imaginarmos um avião, a coisa fica mais fantástica ainda? Pois é. O programa Aircraft Nuclear Propulsion começou a dar vida e possibilidades para o uso dessa energia. Desenvolvido em colaboração, só foi possível por conta da General Electric haver disponibilizado e criado um motor compatível para o uso.

CMA – Na avaliação para o CMA são realizados exames em joelhos?

Reportado por Tatiana Trigo na frequência CMA

Duvidas CMA Canal Piloto CMA   Na avaliação para o CMA são realizados exames em joelhos?

Seguindo com nossa série sobre dúvidas quanto ao CMA – Certificado Médico Aeronáutico, vamos responder à pergunta de hoje:

Dúvida

bom dia doutor (a)

queria saber se no cma eles fazem alguma exame no joelho , muito obrigado

jefferson viana

Nossa resposta

Jefferson,

O exame que será realizado é o exame clínico. No caso de queixas em joelhos, referência a algum histórico de patologia em joelhos, ou detecção de alguma alteração ao exame clínico, o médico examinador, a seu critério, poderá solicitar exames complementares para definição e resultado do processo para obtenção do CMA.

Conforme a RBAC 67, o candidato não poderá apresentar qualquer anomalia dos ossos, articulações, músculos, tendões ou estruturas conexas que, a critério do examinador ou da ANAC, sejam susceptíveis de causar alguma deficiência funcional que possa afetar a segurança de voo.

Atenciosamente,

Dra. Tatiana Trigo
Médica Aeroespacial

O leitor de hoje enviou sua dúvida através do nosso e-mail. Você pode fazer o mesmo, caso não encontre a resposta nas perguntas já respondidas.

Dúvida – Trabalhar em empresa aérea é diferencial para contratação como piloto?

Reportado por Rodrigo Satoshi na frequência Duvidas

Pergunte Canal Piloto Duvidas Formacao Aeronautica Canal Piloto Dúvida   Trabalhar em empresa aérea é diferencial para contratação como piloto?

Seguindo com nossa série sobre dúvidas quanto à formação aeronáutica, vamos responder à pergunta de hoje:

Dúvida

Olá, sou Rafael Maia tenho 27 anos, sou de SP capital,  sou Contador,  trabalho na TAM linhas aéreas, inicio meu PP teórico em agosto.  

Minha dúvida é se podemos afirmar que, pra conquistar  uma vaga como piloto é tão somente com o famoso “Quem indica”, ou se atuando numa empresa da área fica mais fácil, claro que, em ambas as situações eu atenda os requisitos como PP, PC, IFR, ICAO 4 e etc; Qual sua opinião sobre isso?

Parabéns e obrigado pelo trabalho que vocês fazem.

Logo mais estarei pilotando os livros!

Nossa resposta

Rafael,

Para quem trabalha em empresas aéreas como TAM, GOL, AZUL, AVIANCA e PASSAREDO, existe uma seleção interna, onde os requisitos mínimos são menores do que a seleção externa. Esse tipo de seleção é somente para funcionários da empresa com mais de 6 meses de casa. Pelo que sei, na GOL, AZUL e AVIANCA, os requisitos mínimos são: 250 horas de voo, PCA-MLTE/IFR, Jet Training e ICAO 4, para os candidatos com ensino superior. Já para aqueles que não têm faculdade, as horas de voo aumentam para 500 horas.

Sei também que, atualmente, a TAM não possui migração interna para funcionários, os quais têm solicitado essa possibilidade de migração.

Atenciosamente,

Rodrigo Satoshi

INVA – Instrutor de Voo de Avião

O leitor de hoje enviou sua dúvida através do nosso e-mail. Você pode fazer o mesmo, caso não encontre a resposta nas perguntas já respondidas.